terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Mudar a cor dos brincos

Se por qualquer motivo já não gostamos da cor de uns brincos ou simplesmente gostaríamos de uma cor ou de uma conjugação de cores diferentes, o mais barato e acessível é mudar a cor de uns brincos que já são nossos.


Foi o que se passou com um par de brincos que tinha cá em casa. Não usava simplesmente porque acho que a cor não me fica bem. Na altura achei que sim, mas depois achei que não e arrependi-me da compra. 


Como estavam ali para um canto sem qualquer uso, achei que fazendo uma reciclagem na cor só poderia ficar a ganhar.

Peguei em dois frascos de verniz e decidi pintá-los com novas cores. Primeiro com um vermelho escuro e ardente. Duas camadas de cor foi o suficiente para a pedra ficar impecável.


Depois com um azul escuro intenso e profundo dei mais uns apontamentos de cor.



A escolha não foi inusitada. Efetivamente estava a precisar de uns brincos vermelhos, só que ainda não tinha encontrado os tais. 

Mas como diz o velho ditado, se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé.

Uma ideia simples e muito económica capaz de transformar um acessório numa peça única.

Beijinhos e continuação de uma boa semana.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Blanket sem costuras - DIY

Nesta estação outono-inverno os ponchos, as capas e os blankets voltaram em força e são uma tendência incontornável no universo do vestuário.

Há quem chame poncho ao blanket e vice-versa, embora existam diferenças entre estas duas peças.

A grande diferença está no tipo de abertura.

O poncho tem uma abertura no centro por onde passa a cabeça e é todo ele fechado.

O blanket tem um corte à frente, como se se tratasse de um casaco sem botões ou fechos.

O blanket (ou cobertor) é uma peça que pode oscilar entre o casual e o elegante e surge como uma excelente alternativa aos casacos, ou então como um bom complemento destes naqueles dias de muito frio. 

Feitios e padrões há muitos e para todos os gostos, mas foi ao ler este post da Su Ferro, autora do blog I Love Fita Métrica, que fiquei com vontade de fazer um blanket para mim.

Dias mais tarde a Su partilhou o passo-a-passo que seguiu (aqui), e eu própria convenci-me que seria capaz de ir com a ideia em frente.

Faltava arranjar o tecido certo.

Pouco dias depois numa ida à Parfois encontrei uma big écharpe super quentinha com umas cores e um padrão que adorei. Sendo um retângulo de 2m x 1m de tecido, sobre os meus ombros tinha o efeito de uma verdadeira manta, ou não tivesse eu uma estatura pequena (1,60 m)

Comprei a écharpe já com a ideia de a transformar, renovar aquele belo pedaço de tecido.




Segui, com ligeiras alterações, o tutorial que a Su partilhou. Optei também por reduzir o comprimento e decidi não fazer quaisquer costuras. 

Limitei-me a cortar e a desfiar com a ajuda de uma agulha as zonas de corte.

Desfiando os fios obtém-se um efeito de franja (que pode ser maior ou mais pequena, consoante o gosto pessoal de cada um) e ao mesmo tempo consegue-se um remate natural no tecido, sem precisarmos de máquina de costura ou de uma costura manual. Nada de linhas ou agulhas.




Com o que restou ainda fiz um género de gola amovível que prendo com uma pequena pregadeira.

Essa gola dá para usar sobre o blanket ou sobre camisolas ou casacos.




Uma ideia simples, fácil, acessível e muito quentinha.

E por aí, quem arriscaria fazer um blanket à sua medida?

P.S. Obrigada Su pela inspiração e pela gentileza na partilha do passo-a-passo :)

Beijinhos e boa semana.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Nem só de trabalho vive o homem

Tenho andado ausente do blog.

Em termos de trabalho muita coisa nova está a acontecer e eu ando completamente absorvida e enterrada em trabalho.

Não tenho tido praticamente tempo para respirar.

Embora goste muito dos meus meninos especiais, o trabalho de bastidores mata-me. Vejo-me enterrada em papelada, "milhões" de documentos para fazer. "Milhões" de reuniões. Um exagero.

Se não fossem os miúdos, seria difícil encontrar algum sentido nisto. Se não fossem os miúdos repensava seriamente a minha vida nesta nova área da educação.

Mas estes miúdos têm um dom qualquer, e é por isso que para mim são especiais, transcendendo cada uma das problemáticas que os assiste. Eles já me cativaram tanto, têm-me ensinado tanto, têm testado tanto os meus limites da paciência, do carinho, da amizade, da tolerância, do amor... que são eles que me salvam do resto do trabalho que ainda não aprendi a gostar nem um bocadinho. Esse trabalho tem sido um ladrão de todo o meu tempo vago, tempo que devia servir para descansar e para recarregar energias e ter vida para lá da escola.

Hoje quando saí da escola o primeiro pensamento foi: vais para casa e adiantas mais um tanto da papelada e mandas mais uns quantos e-mails.

Segundo pensamento: Vai mas é espairecer que não tens feito outra coisa senão trabalhar.

Achei que merecia um  miminho. Merecia fazer-me umas festinhas a mim própria e mandei o trabalho às urtigas.

Aproveitei o Black Friday e fui às compras.

As promoções são sempre bem-vindas. Embora os descontos nas lojas rondem os 20% e 30%, nada de impressionar, a verdade é que muitas das lojas estavam com um ambiente de saldos. Oh tanta gentinha a comprar trapinhos.

Eu pus-me de olho nos casacos. 

Ia com a ideia de um vermelho com capuz que tinha visto online. Mas quando cheguei à loja, desilusão total. O casaco era super pesado, de uma fazenda rasca (tipo feltro) e com uns acabamentos que deixavam muito a desejar.

Ficou logo eliminado.

Detesto casacos pesados. Não é por serem mais pesados que são mais quentes, com a agravante que me cansam imenso (acho que a minha postura muda ao longo do dia, indo da posição ereta à marreca).

Até que dei com um sobretudo que já tinha visto também online, mas que achei ser muito oversized para o meu gosto. É em lã matizada e texturada em tons de verde garrafa e branco, super leve, quentinho e super lindinho.




(casaco pata-de-galo da Zara)

Experimentei-o pouco confiante que me gostasse de ver com ele. E não é que gostei mesmo. 

Afinal não era tão largo quanto parecia.

Palmilhei mais lojas e acabei por voltar à Zara e trazer o casaco, imaginando os muitos conjuntos que faria com ele. É que todos os sobretudos que tenho são lisos e em fazenda. E este acaba por ser diferente.

Cheguei a casa cansada (as compras e os shoppings cansam uma pessoa), mas há lá melhor terapia que ir às compras.

Estou viva e precisava de desabafar. Pronto, já está. 

Agora já me sinto ligeiramente melhor ;)

Beijinhos e bom fim de semana.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A simplicidade de umas pintinhas

Na minha modesta opinião pintar as unhas é a bem da verdade maquilhar os dedos.

Esta ideia levou-me a inventar e a pintar efetivamente as unhas e um bocadinho dos dedos, numa maquilhagem muito discreta.

A pintura nos dedos não é para durar. Com a lavagem das mãos e a fricção da pele acaba por sair ao fim de algumas horas ou no fim do dia, tal qual a maquilhagem que usamos no rosto.

Apeteceu-me inventar para aquela ocasião em particular. Foi o que foi!


A ideia era levar para aquele jantar uma manicure diferente e embora discreta a minha maquilhagem de dedos não passou despercebida. 

Uma ideia tão simples que foi muito apreciada por quem reparou e ousou opiniar ;)


Escolhi para cor das unhas um tom nude, o Cappuccino da Risqué.

Depois das unhas secas foi só colocar uma pintinhas de verniz branco com a ajuda de um palito. Esperei que secassem e passei um top coat.

Depois reproduzi as pintinhas na falangeta dos dedos anelares.

Fiquei assim com umas unhas e dedos a fazer lembrar uma fusão de café com leite, desenho tribal ou pintura indiana.


Eu, que até nem sou apreciadora de grandes desenhos artísticos nas unhas, gostei mesmo da simplicidade com um toquezinho de irreverência das minhas pintinhas :)

Beijinhos e boa semana.

domingo, 9 de novembro de 2014

De ramelas nos olhos...

(imagem retirada da internet)

Esta manhã ainda de ramelas nos olhos consulto o e-mail e leio os comentários que me deixaram no post anterior. 

Vou ao blog e seleciono todos eles e em vez de clicar em publicar, clico em eliminar.

Bolas!!! Olha Luarte, se lavasses a cara antes de fazer qualquer outra coisa, era o que fazias de melhor.

Peço desculpa à Adelaide Araçai, Lúcia Silva, Maria, Paula_2700 milhas, Li e Mó cujos comentários eliminei. Nenhum deles foi censurado, mas a minha azelhice domingueira deu-me para isto.  

Agradeço as palavras de cada comentário deixado, mas infelizmente não os consigo recuperar por "mea culpa".

Grata pela vossa compreensão e paciência com esta cabeça com rama de "nabiça".

Beijinhos e bom fim de semana.

sábado, 8 de novembro de 2014

O drama dos collants esburacados

Eu para estragar collants sou um Ás.

Novinhas em folha, de lycra opacas, e portanto supostamente mais resistentes que as de vidro e de seda, não andam calçadas mais do que duas vezes sem que ao fim desse tempo não apareçam esburacadas.

A questão é que estrago as meias sempre no mesmo sítio. Exatamente na ponta dos dedos dos pés.


Não se percebe este fenómeno quando ando sempre de unhas muito bem aparadas.

A solução que encontrei para as meias novas é calçar primeiro um par de meias invisíveis, daquelas que se usam em sabrinas e calçado do género, e só depois visto as collants.


As meias invisíveis continuam invisíveis e as collants têm resistido sem incidentes.

Uma solução simples que me tem poupado as meias. Adeus buracos!

E no inverno ter um reforço térmico nos pezinhos sabe sempre bem :)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Fazer lixívia em spray

Para limpeza, desinfeção e agente clareador de superfícies continuo a optar pela tradicional lixívia.

Embora seja um produto tóxico e abrasivo a verdade é que ainda não encontrei nenhum outro produto com o mesmo poder, eficácia e rapidez na ação de limpeza.

Uso a lixívia de forma muito moderada e uma embalagem de 2 litros dá-me para imenso tempo.

Há uns meses, e para facilitar a limpeza de algumas superfícies, decidi fazer lixívia em spray.

Embora existam à venda muitos produtos em spray com lixívia, a verdade é que eu só precisava de lixívia em spray. E fazer o produto em casa  é super fácil e barato. 


Basta juntar num borrifador a mesma quantidade de lixívia e água. 

Quem quiser pode ainda adicionar uma pequena porção de detergente da loiça ou ainda uma essência para cortar com o cheiro forte da lixívia.

O spray que fiz há meses tem durado e na embalagem apenas juntei lixívia e água.

Assim que me apercebo que a cortina do banho começa a ganhar pintas de humidade, basta borrifar a zona e passados uns segundos adeus humidade e nada de manchas no tecido.

Nos dias de limpeza dos w.c.'s gosto também de borrifar as paredes interiores da sanita e o tapete anti-derrapante que tenho na banheira.

Também o escorredor da loiça assim que começa a ganhar humidades passo-o com o borrifador e em pouco tempo as manchas desapareceram. Depois é só passar muito bem por água para voltar a ser usado em segurança.

Esta opção da lixívia em spray tem-se revelado muito prática e eficaz, não só porque consigo limpar lugares mais inacessíveis utilizando este método, como me poupa tempo já que não preciso de esfregar e, por fim, acaba por ser um produto muito económico, quando feito em casa.

Importante é identificar muito bem a embalagem para que se evitem acidentes graves.

Beijinhos e boas limpezas.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Creme antirrugas low cost

Foi no início de junho que soube da boa nova e que tentei logo encontrar o maravilhoso creme antirrugas.
Bem sei que as promessas que a publicidade destes cremes vendem não passam disso mesmo. Segundo os dermatologistas, para o combate às rugas é mesmo preciso injetar produtos que preencham o tecido que se perdeu e provocou o sulco. O que existem são cremes que evitam melhor a perda de água, funcionando como excelentes cremes hidratantes a retardar o aparecimento das rugas.
A notícia que vos falo é esta:
"O creme de rosto anti-rugas Q10 do Lidl, comercializado sob a marca Cien, foi considerado o mais eficaz no combate às inestéticas rugas, segundo uma análise levada a cabo pela DECO Proteste.
Apesar de o creme do Lidl custar “cerca de 25 vezes menos do que o creme mais caro do teste – Lâncome Rénergie Multi-Lift, em média, são €3,49 contra €86,61”, o Cien foi considerado o mais eficaz no combate às rugas em laboratório.
A DECO seleccionou 13 cremes de dia que anunciam um efeito anti-rugas e incluiu ainda na análise dois produtos hidratantes, que revelaram melhores resultados do que alguns dos produtos mais caros em teste. “Quatro semanas depois, as diferenças só se notaram com um sofisticado equipamento óptico, capaz de reproduzir imagens a três dimensões. As diferenças entre o antes e o depois não foram visíveis a olho nu para a maioria das 450 mulheres” que testaram os produtos, explica a Associação de Defesa dos Consumidores."
Fonte: http://www.hipersuper.pt/2014/06/03/creme-anti-rugas-do-lidl-e-o-mais-eficaz-diz-a-deco/
(imagem retirada da internet)
A verdade é que por 3,49 euros valia a pena investir neste creme. Não se perdia muito.
Assim que o apanhei nas prateleiras (coisa difícil aviso já) enfiei-o logo no carrinho de compras sem ler mais informações na embalagem.
Já em casa testei e gostei logo da primeira aplicação. Cheirinho bom, textura ótima, absorção rápida. 5 estrelas. Aprovado. Passou desde essa altura a ser o meu creme de dia. Sei que também existe na mesma gama o creme de noite, mas para creme de noite continuo fiel ao Nivea da lata azul.

A pele tem andado bonita, macia, suave e luminosa. Muito bem hidratada :)
Sempre que vou ao LIDL e vejo o piqueno trago um boião de reserva. Não faço coleção, mas são mais as vezes em que o creme se encontra esgotado (porque será?)
E vocês já experimentaram? Que opinião têm acerca do produto?

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Calçar entre o feminino e o masculino

Há cerca de 20 anos tive umas botas estilo militar e um ano depois uns sapatos picotados estilo Oxford. Ambos os estilos meio arrapazados que gosto muito de ver em raparigas e mulheres versáteis. Usei-os até à exaustão. Até se gastarem. Adorava-os. 

Como as modas são cíclicas estes modelos estão de volta e pululam nas montras, nas revistas e online. 

Gosto imenso de ver as botas com calças de ganga, de tecido, calças arregaçadas, com vestidos, com saias. Usadas com uma blusa ou outra peça mais delicada e feminina fazem toda a diferença no resultado final. Com um blazer criam um contraste entre o feminino e o masculino muito interessante. Este estilo de botas marcam a diferença, dando um ar mais descontraído e simultaneamente irreverente. São imensas as combinações que se podem fazer.


Também acho que os sapatos ficam giros giros com calças de tecido, de ganga, assim como com saias e vestidos. 

As botas estilo militar

Botas da Mango (A/W 14/15)



(imagens retiradas da internet)

Os sapatos estilo Oxford

Sapatos da Pull&Bear (A/W 14/15)





(imagens retiradas da internet)

Este fim de semana fui experimentar as botas da Mango. Gostei mas acabei por me embeiçar por outras. 

Numa fusão entre as botas estilo militar e os sapatos Oxford eu soube logo que aquelas botas haviam de ser minhas. Um perfeito casamento, um perfeito 2 em 1, a combinar com quase tudo. São descontraídas, versáteis, estilosas, práticas, mega confortáveis, de boa qualidade e diferentes de todas as botas que tenho.

Acredito piamente que neste outono/inverno vamos ser muito amigas.





E vocês também gostam destas misturas ou nem por isso?

Beijinhos 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Leite Vegetal de Aveia caseiro

Já aqui tinha dado conta que um dos meus próximos objetivos era tentar fazer o meu leite vegetal em casa.

Não só por ficar significativamente mais barato, mas também pelo facto de poder reduzir a quantidade de açúcar que estes leites de compra têm na sua composição.

Na primeira experiência tentei fazer leite de arroz. Pesquisei algumas receitas, tentei adaptar, comprei o arroz integral, experimentei fazer o leite em casa e ficou uma boa porcaria. 

Durante uns dias não pensei mais no assunto até que voltou a vontade de tantar nova receita.

Para segunda experiência resolvi aventurar-me no leite de aveia. A experiência foi melhor mas ainda assim senti que precisava de fazer uns reajustes aqui e ali para ficar no ponto em que queria. Penso que consegui :)

A última versão que fiz convenceu-me :)


Rica em cálcio, proteína, ferro, magnésio e vitaminas do complexo B, a aveia possui ainda um alto teor em fibras.

Em termos de qualidades nutricionais é de fácil digestão, melhora a flora intestinal e todo o funcionamento digestivo. Por conter fibras solúveis é um importante auxiliar no controle da glicemia, sobretudo em pessoas diabéticas. Ajuda também a controlar os níveis de colesterol e triglicerideos e melhora a circulação sanguínea. Pode ser ainda um bom aliado para quem procura perder ou controlar o peso.

Vamos então à receita caseira do leite de aveia:



Ingredientes:
(para 1 litro de leite)

50 gr. de flocos de aveia integrais
1 colher de café de extrato ou aroma de baunilha (líquido ou em pó)
1 collher de café de sal marinho (não refinado)
1 colher de açúcar mascavado granulado
700 ml de água morna
300 ml de água fria.

Preparação:

1) Colocar os flocos de aveia dentro de uma liquidificadora e acrescentar 700 ml de água morna e sal marinho.

2) Bater a mistura de ingredientes durante cerca de 2 minutos.

3) Usar um coador largo e de rede fina e coar o leite para um recipiente largo de vidro.

4) Passar novamente o leite coado para dentro do liquidificador, que entretanto foi passado por água para eliminar qualquer vestígio de aveia, e acrescentar a água fria, o açúcar e o extrato de baunilha. Voltar a emulsionar a mistura.

5) Verter o leite para uma garrafa de vidro e guardar no frigorífico. Agitar bem antes de beber.

O leite conserva-se em perfeitas condições durante cerca de 1 semana.

Fica bem mais barato do que os leites de compra e a receita é fácil e rápida de fazer.

A aveia coada não vai fora. Normalmente adiciono em sopas.

Se tiverem outras receitas de leites vegetais igualmente fáceis e já testadas por vós, agradeço imenso a vossa partilha.

Beijinhos e boa semana :)