quarta-feira, 1 de julho de 2015

Queijo Quark na cozinha

É verdade. Confirmo que só recentemente descobri as maravilhas do queijo quark.

Foi num grupo do facebook dedicado à nutrição e exercício físico que comecei a ouvir falar mais sobre o queijo quark. Tanta gente a consumir e a elogiar os benefícios e as vantagens deste queijo que decidi comprar e experimentar também.

Comprei pela primeira vez queijo quark há coisa de 1 mês e meio e desde então que estou fã.

O queijo quark é um queijo de tipo fresco, branco, cremoso e com um travo ligeiramente ácido. A textura e o sabor estão muito próximos do iogurte grego natural.

Muito popular nos países de língua alemã, nos países do norte da europa e países baixos este queijo é muito usado na culinária. A grande vantagem em relação a outros queijos da mesma gama é o seu alto valor nutricional. É muito rico em proteínas e pobre em hidratos de carbono e gorduras.

Existe à venda na maior parte dos supermercados. Eu só tenho experiência da marca Linessa do LIDL. 


Uma embalagem de 500g custa €0,99.



Por cada 100 gramas de produto temos 50 kcal de valor energético, 8.9 gr. de proteína, 3.7 gr. de hidratos de carbono e 0.2 gr. de gordura. 

Este é um queijo praticamente isento de gordura e muito versátil em  receitas doces ou salgadas.

De manhã adoro barrar o  meu pãozinho com queijo quark.

Nesta altura do ano em que o tempo está mais quente e apetece refeições mais leves faço muitas vezes quiches ou então saladas frias. Nas quiches, e em substituição das natas, o queijo quark é uma excelente opção. Nas saladas frias tempero o queijo com um pouco de sal, ervas aromáticas e outros condimentos e faço um delicioso molho para envolver todos os ingredientes num creme leve e fresco.

É também ótimo na conjugação com compotas ou pedaços de fruta e mel. Pode ser servido num prato de sobremesa a acompanhar um doce em que resulte bem a conjugação de um sabor um pouco mais ácido. 

Outra ideia simples e deliciosa é prepararmos uma gelatina conforme as instruções da embalagem e já sólida batemo-la num liquidificador com umas colheres de queijo quark e pedaços de fruta a gosto. Voltamos a guardar no frigorífico e passado pouco tempo temos um fantástico pudim.

Brevemente conto usar o queijo quark na confeção de gelados. 

O que não faltam são receitas que podemos adaptar. Aqui, por exemplo, podem encontrar algumas receitas saudáveis com queijo quark.

E vocês já conheciam este queijo? Costumam usar?

segunda-feira, 29 de junho de 2015

T-shirt personalizada (DIY)

Há uns quantos dias comprei uma t-shirt na Primark.

Simples, de boa malha e barata, num tom verde pistachio (um dos meus preferidos dentro dos verdes).

Confesso que nem sequer cheguei a experimentar na loja.

Peguei no número que me pareceu mais ajustado ao corpo e comprei.

Já em casa experimentei. O raio da t-shirt era demasiado comprida. Dificilmente assentaria bem sobre umas calças, calções ou saia.

Só usando por dentro. Torci o nariz à coisa.


Fiquei a matutar no assunto e decidi não devolver à loja mas personalizá-la.

Munida de tesoura lancei-me no desafio de transformar a minha t-shirt ainda por estrear.

Na parte inferior cortei-a às tiras. Peguei na tesoura e a olho fui cortando tiras mais ou menos da mesma largura. Não é preciso ficar perfeito porque as tiras ao puxarem-se enrolam sobre si e escondem qualquer imperfeição existente.


A seguir peguei em cada duas tiras e dei um nó para unir cada par.


Numa segunda volta repeti o procedimento para formar losangos.



A seguir cortei as mangas da t-shirt  na vertical abrindo-as em asa. Ao esticarmos o tecido ele enrola sobre si e não há necessidade de fazer bainha.


Para adornar as mangas apliquei em cada banda de manga um pequeno botão.



De forma simples, barata e criativa fiquei com uma t-shirt personalizada :)




Aqui bastou um pouco de criatividade e inspiração para transformar uma t-shirt de forma simples e rápida numa peça única e muito mais interessante. Agora sim, tenho a certeza que irei vesti-la muitas vezes :)

Beijinhos e bom início de semana.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

O tabuleiro grelhador

Eu adoro grelhados. Assados na brasa ainda mais. Mas cá em casa não dá esta segunda opção.

Então contento-me com os grelhados.

Mas se há coisa chata de se limpar são os grelhadores. Quer as grelhas, quer as chapas onduladas antiaderentes são umas chatas.

São! E não me venham cá com coisas que metem na máquina, põem o spray xpto, porque é sempre coisa chata de lavar e na máquina não fica bem lavado.

Finalmente e graças a este post da Raiozinho, do blog Por cá quem cozinha é a Raiozinho, tive conhecimento dos tabuleiros maravilhosos de Bioflon.

Assim que tive oportunidade de ir ao Continente arranjei logo um para mim. O meu é o quadrado.

 (imagem retirada da internet)

É um espetáculo!

Não é preciso pôr qualquer tipo de gordura para o peixe não agarrar (eu não o faço de qualquer maneira, mas conheço várias pessoas que o fazem). Mas fazer com que o peixe não agarre não é tarefa fácil. Não é mesmo fácil manter o peixe compostinho com o seu casaco vestido e sem remendos.



E lavar? Passa-se a esponjinha com um pouco de detergente e já está. Já não há cá grelhador de molho. Acabou-se.

Estou fã e por isso só posso obviamente recomendar :)

Beijinhos e bom fim de semana.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Leite condensado caseiro

À última da hora precisa de fazer um doce e um dos ingredientes é leite condensado. Ehhhhhhh, não há nada na despensa. Que chato ter de ir agora ao supermercado!

E que bom que seria poder fazer em casa o próprio leite condensado, com ingredientes e quantidades escolhidos por nós. E sabem como é, o sabor de qualquer produto embalado ou enlatado não tem nada a ver com o mesmo produto fresco, feito em casa, seguindo um modo de confeção artesanal. O leite condensado não é exceção.

Para fazer leite condensado em casa só são precisos 2 ingredientes: leite e açúcar.

Eu prefiro usar o açúcar mascavado, porque é aquele que consumimos cá em casa, mas cada um pode usar o açúcar que mais gostar.


Vamos então às quantidades:

1 litro de leite
250 gr. de açúcar

Preparação:

1) Coloque um pequeno pires no congelador.

2) Depois numa panela funda coloque o leite e o açúcar. Mexa com uma colher para dissolver.

2) Leve a lume alto e vá mexendo. O leite vai ferver e subir (daí a necesidade de uma panela alta para que o leite não derrame). Continue a mexer até o leite começar a engrossar.

3) Quando o leite ganhar uma certa consistência, vá buscar o pires que guardou no congelador e faça o teste de derramar um pingo de leite no pires. Se ao inclinar ligeiramente o pires a gota demorar a escorrer ou se escorrer lentamente, então o leite está pronto.

4) Parece-lhe que ainda está muito líquido, não é? Não se preocupe porque à medida que ele for esfriando vai encorpar cerca de 3 vezes mais. Para ajudar neste processo bata-o durante alguns minutos com a batedeira e depois coloque o leite condensado num frasco de vidro esterilizado e vedado. 

O nosso litro de leite vai dar cerca de 1/2 de leite condensado. Reserve no frigorífico. Conserva-se perfeitamente em excelentes condições por uma semana. Mais não sei, porque nunca experimentei.

Pode guardar no congelador e aí não há problemas de conservação durante muito tempo. Para quem não sabe, o leite condensado não congela, não fica pedra. Razão pela qual é um ingrediente muito utilizado na confeção de gelados. 

Eu tenho uma latinha de leite condensado vazia que me serve de medidor para as receitas.

500 ml de leite condensado dá cerca de 2 latas de leite condensado mal cheias.

Beijinhos e bom fim de semana.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Branquear os dentes em casa

Sabiam que podemos fazer uma limpeza aos dentes em casa de forma simples, rápida e muito barata?

Eu já tinha visto algumas sugestões e truques pela internet fora. Curiosa como sou fiquei com algumas ideias debaixo de olho para um dia destes experimentar.

E ontem foi o dia.

Só são precisos estes 2 ingredientes:


1 morango maduro;
1 colher de café de bicarbonato de sódio.

O morango tem ácido málico. Esta substância tem um efeito adstringente que permite remover ou atenuar a cor amarelada da superfície dos dentes. 

O bicarbonato de sódio tem um efeito abrasivo leve, capaz de remover com alguma eficácia as manchas nos dentes causadas pelo consumo de refrigerantes, chá, café, tabaco, etc. 

A união destes dois ingredientes intensifica a limpeza das manchas amareladas nos nossos dentes.

Preparação:

1) Com um garfo esmaga-se muito bem o morango e depois mistura-se o bicarbonato de sódio.

2) A seguir com a ajuda do dedo indicador esfregue a mistura em toda a superfície dos dentes;

3) Agora meta o resto da mistura na boca e vá bochechando lentamente durante 5 minutos;

4) No fim do tempo deite fora toda a mistura que tinha na boca e bocheche com água;

5) Por fim lave normalmente os dentes com a sua escova e pasta dentífrica.

Para primiera vez a verdade é que notei que os meus dentes ficaram mais brancos e brilhantes.

Daqui a 1 mês volto a repetir.

Como em qualquer tratamento de branqueamento não convém abusar. Isto porque o ácido málico do morango juntamente com o bicarbonato pode danificar o esmalte dos dentes, tornando-os mais sensíveis  e ainda mais amarelados. Isto acontece porque a dentina, que é naturalmente amarela, fica mais exposta. 

Alguém desse lado curioso em experimentar?

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Eu e a minha infertilidade



 
Estudos atuais têm demonstrado que aproximadamente 20% dos casais, ou seja, um em cada cinco casais, apresentam problemas de infertilidade.

Ora na roleta da sorte haveria de me calhar na rifa fazer parte dos tais 20%. Só não acerto no euromilhões porque não jogo ;)

Foi há 2 anos que escrevi e partilhei aqui a minha história com a endometriose.

Nestes 7 anos de diagnóstico a endometriose ensinou-me imenso. Ensinou-me a dar mais valor a umas coisas e a relativizar outras. Ensinou-me a cuidar muito mais da minha saúde e de tudo o que tenho e prezo. Ensinou-me a ter mais coragem do que medo. Ensinou-me a ser mais forte.

Antes mesmo de planear ter filhos, a minha endometriose profunda trouxe-me a experiência da infertilidade na primeira pessoa.
Não sei o que é tentar engravidar e não conseguir. Só conheço a experiência contrária. A de passar a saber que tenho dificuldades reais, que uma gravidez espontânea estaria fora de questão, e a de reunir todos os esforços para conseguir ultrapassar essas barreiras naturais.

E foi assim que entrámos no universo dos tratamentos de infertilidade, antecipando o projeto de sermos pais. A verdade é que ninguém sabe quanto deseja ter um filho até ser confrontado com a impossibilidade de o ter. Nessa altura os meus planos, as conversas, a minha cabeça passaram a girar obsessivamente à volta do mesmo. Ter filhos passou a ser a coisa mais importante, a minha prioridade, o meu foco.  A minha vida ficou suspensa, a flutuar como aquelas bolas gigantes de sabão. 

Agora a uma certa distância desse período da minha vida, já com outra visão sobre os acontecimentos, a sensação que tenho é que foram 4 anos em que perdi o norte, andei à deriva.

Fui prisioneira de sentimentos que me controlaram. Fui cativa de muitas horas e dias de angústia, tristeza e desilusão. Não fui boa pessoa em muitos momentos. Senti-me incompreendida, fui egoísta, egocêntrica. Cheguei a ser dramática. Porquê eu? Como se o universo conspirasse contra mim. Passou a ser difícil sentir alegria genuína e autêntica quando recebia a notícia de mais uma gravidez de uma amiga, familiar, conhecida… havia sempre um misto de frustração à mistura, ainda que desejasse tudo de bom a essa pessoa. Não me identifico com aquela que fui nesses momentos. Foi uma fase difícil, feita de esperanças a cada novo tratamento, de grande desgaste físico e psicológico, de várias derrotas. Foi penoso e violento. Só quem passa por aqui sabe realmente do que falo. Os restantes poderão imaginar...

Para lá de tudo isso, existiam questões de saúde. Depois de tudo o que já me aconteceu, agradeço com genuína alegria a oportunidade do milagre que é estar cá a viver esta experiência absolutamente incrível que é existir. Prezo muito a minha saúde, a minha vida acima de tudo.

A tristeza de não conseguir engravidar foi-se pouco tempo depois de eu e o P. decidirmos não avançar para mais nenhum tratamento de infertilidade, assumindo as consequências evidentes dessa opção. Não voltar aos tratamentos seria fechar qualquer possibilidade de sermos pais biológicos. 

Poderia ficar pendurada na eterna dúvida, então e se tivesse tentado pelo menos mais uma vez, talvez, se calhar... É difícil não nos deixarmos engolir pela espiral de acontecimentos e sentimentos que vivemos na fase em que nos entregamos a isto. Facilmente caímos num ciclo vicioso. Mas não, não vivo nessa dúvida. Não me arrependo dessa escolha que fizemos há 3 anos.

Hoje digo, sem remorsos ou culpas, que esta decisão acabou por ser uma libertação. Um alívio para bem da minha saúde, do meu espírito, da minha sanidade mental. Quero muito ser mãe, mas não quero ser mãe a qualquer preço.

Pegando num excerto de um poema de José Régio sinto que… a minha vida é um vendaval que se soltou/ é uma onda que se alevantou/ é um átomo a mais que se animou… /não sei por onde vou, não sei para onde vou – sei que não vou por aí!

Reconciliei-me essencialmente comigo. Precisava disso, de voltar a mim, de me voltar a sintonizar com a vida e com a pessoa que sou.

Porque sei que sou realmente feliz com a vida que tenho. Gosto da vida que tenho com a infertilidade lá dentro e com tudo a que tenho direito. A minha vida enche-me e preenche-me. Por isso nunca a senti vazia, nunca senti esta casa vazia. Não sei se serei mais feliz tendo um filho, mas sei que a minha felicidade não depende disso. Não me sinto incompleta. Não me sinto beliscada na minha condição de mulher.

A infertilidade não é um drama. As coisas só são aquilo que nós deixamos que elas sejam. Não me destruiu sonhos, apenas me alterou ligeiramente os planos porque a minha vontade de ter filhos, de ser mãe não desapareceu. Não desisti. Não desistimos. Mas hoje, mais madura e auto-consciente das minhas escolhas, sinto-me tranquila, serena e sem pressas, como sempre imaginei que tudo isto deveria ser.

Hoje sei que nada é por acaso. Nada. Nada do que nos acontece, acontece sem motivo. Por isso, gosto de pensar que os planos que a vida tem para mim são maiores do que os meus sonhos.

Não sei se alguma vez sentiria o desejo maior de adotar se a infertilidade não me tivesse batido à porta. Não sei responder...

Mas hoje sei que quero muito ser mãe de coração. Adotar não é a minha segunda opção, é a minha opção. A opção que escolhi, aquela que tantas vezes me faz esquecer do motivo que me trouxe até aqui.

A minha barriga há muito que mora no meu coração em perpétuo batimento. 

Tum tum, tum tum, tum tum. É a voz, é o som, é a música do amor.

Porque é amor, tudo quanto tenho para dar a esse filho que um dia há de chegar.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Lombo de Salmão no Forno com laranja e mel

O Salmão é daqueles peixes que aprendi a gostar tardiamente.

Em casa dos meus pais raras foram as vezes que comi salmão. É um peixe pouco apreciado, pese embora os vários benefícios que lhe são reconhecidos para a saúde em geral. Das raríssimas vezes que comi lá por casa, verdade seja dita que não guardo as melhores recordações.

Lembro-me de comer grelhado e ser super seco e de me ver grega para conseguir deglutinar este peixe até ao fim. 

Em casa dos meus sogros a opinião é igual. Peixe pouco apreciado no sabor e na textura. Demasiado seco.

Por isso não é de estranhar que o P. também não fosse grande apreciador deste pescado.

Felizmente tive a oportunidade de experimentar várias vezes fora de casa e de ter gostado mesmo de algumas delas. Outras nem por isso. Bastou tão somente uma ou duas experiências positivas para mudar a minha opinião sobre este peixe tão mal amado e compreendido por muitos.

Foi uma luta para introduzir o salmão cá em casa. Pelo P. era mesmo peixe fora do cardápio. Nada de estranhar tamanha resistência, já que a opinião construída ao longo do tempo nunca foi favorável.

Mas valeu a pena toda a minha insistência e teimosia. Embora hoje em dia saiba bem ouvi-lo dizer que só gosta de salmão feito por mim, tenho pena que em muitos locais, este peixe seja maltratado na confeção. Não convém fazer erros grosseiros com um peixe que não é de todo um peixe barato.

É que se o salmão for muito cozinhado fica intragável, Que secura, que falta de gosto e de cor!

O segredo, que não é segredo nenhum, é não o deixar secar. 

Gosto dele grelhado, fumado ou no forno. Ah e gosto dele no sushi, preferencialmente em sashimi. 

Para grelhar opto pelas postas. Tempero com sal, pimenta preta, alho em pó e ervas de provence com algum tempo de antecedência (quanto mais melhor). Depois é só grelhar em chapa/grelha muito quente poucos minutos (cerca de 2 a 3 minutos para cada lado). Nada de andar a mexer e a virar o peixe de um lado para o outro. Há quem ponha um fiozinho de azeite na chapa. Eu não gosto de pôr qualquer gordura quando grelho carne ou peixe. Se é para grelhar é para grelhar, não é para fritar.

Há também quem coloque limão na marinada do tempero. Sinceramente não aconselho porque o limão coze o peixe e torna-o mais seco. Quem gosta do sabor do limão deve colocar como tempero final.

A receita que vos trago hoje é no forno. É super simples e é deliciosa.

Lombo de Salmão no Forno com Laranja e Mel


Ingredientes:
(para 2 pessoas)

1 lombo de salmão com pele
Sumo de 1 laranja
2 colheres de sopa de mel
sal, pimenta preta e alho em pó q.b.
ervas de provence q.b. (ou outras ervas a gosto).

Preparação:

1) temperar com cerca de 2 horas de antecedência a posta de salmão com sal, pimenta, alho em pó e as ervas de provence

2) Ligar o forno a 220ºC e  forrar um tabuleiro ou pirex com papel de alumínio. Dispôr a posta de salmão com a pele virada para baixo.


3)  Espremer  o sumo de uma laranja e acrescentar 2 colheres de sopa de mel. Misturar bem e verter sobre a posta de salmão.


4) Levar o lombo ao forno pré-aquecido e deixar cozinhar durante cerca de 20 minutos ou até o peixe começar a apresentar um tom ligeiramente dourado.

Fica uma verdadeira delícia.

Então acompanhado de um puré de batata e cenoura com uma salada verde é um verdadeiro regalo para a barriguinha.

A sério, vale a pena experimentar.

Beijinhos e uma excelente semana.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Hambúrgueres de frango, espinafres, abacate e sementes de sésamo

É bom inventar e misturar sabores.

Fazer refeições simples, rápidas e saudáveis é mais fácil do que parece.

O primeiro passo é encher a despensa e o frigorífico de coisas boas. Apostar na variedade. Depois é só escolher na hora de inventar.

Foi isso que aconteceu quando fiz estes hambúrgueres de carne e vegetais.

O bom é que podemos misturar os mais variados alimentos e fazer uma refeição muito nutritiva, leve, saborosa e acima de tudo saudável.

E os hambúrgueres são daquelas refeições que rende fazer e congelar. Naqueles dias em que o tempo é escasso ou não há vontade de cozinhar, um hambúrguer pode ser a solução perfeita. Não dá assim tanto trabalho a fazer e ao escolhermos bons ingredientes estamos a criar hambúrgueres de elevada qualidade. E as misturas, essas podem ser infinitas. Não há como cansar.

Para o jantar de ontem a aposta recaiu nuns suculentos e deliciosos hambúrgueres de frango, espinafres, abacate e sementes de sésamo.


Ingredientes:

400 gr de carne de frango
1/2 abacate
3 dentes de alho
1/2 cebola
1 colher de chá de pimentão doce
2 colheres de sopa de aveia moída
2 mãos cheias de espinafres
1 colher de sopa de sementes de sésamo
coentros q.b.
sal e pimenta q.b.

Preparação:

1) Temperar a carne com o pimentão doce e o sal.

2) Numa picadora picar todos os ingredientes, exceto os espinafres e as sementes de sésamo (não moer demasiado a carne branca para não ficar papa). Caso não seja possível picar tudo de uma vez, faça-o por partes.

3) Numa tigela colocar todo o preparado e adicionar os espinafres e as sementes de sésamo. Misturar com os restantes ingredientes.

4) À mão, ou com uma forma própria, modelar a carne e fazer hambúrgueres.

5) Embrulhar cada hambúrguer em papel transparente e congelar.

6) Grelhar em chapa quente cada hambúrguer sem descongelar.

Os meus foram servidos com arroz basmati, cogumelos grelhados, e salada de alface com cebola e maçã.

Bom apetite e bons hambúrgueres ;)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Duo color

Lembram-se deste colar que comprei no Ebay?

No outro dia fartei-me da sua mono color e apliquei-lhe a mesma técnica que já tinha usado nestes brincos.

O colar passou a ser duo color.


É tal fácil mudar sem desperdiçar tantas coisas na vida ;)

Neste caso bastaram umas pinceladas de verniz colorido.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Cozer legumes a vapor

Já não sei precisar, mas há menos de um mês o Lidl teve à venda uma máquina de cozer a vapor. Confesso que fiquei ainda a pensar em adquirir uma, mas o valor não me convenceu muito. Será que rentabilizaria assim tão bem o investimento? E precisava ainda de algum espaço para arrumar esta panela. Acabei por adiar...


Entretanto, passados poucos dias tive de ir ao IKEA e na zona das cozinhas estive a avaliar alguns suportes para cozinhar a vapor. Resolvi comprar este por 6,99 €, sem saber ao certo se as medidas encaixariam nos tachos lá de casa.


Embora, não encaixe assim muito bem em muitas das panelas que tenho, naquelas de diâmetro aproximado, ele fica perfeitamente seguro e desempenha lindamente as suas funções.

Tenho cozinhado sobretudo legumes a vapor. 

A grande vantagem em cozer os alimentos a vapor é preservar-lhes grande parte dos nutrientes, que de outra forma se desperdiçam na água da cozedura, e também manter o sabor e cor originais do alimento.

Brócolos crus

Brócolos cozidos a vapor

Aproveito quase sempre o vapor de certos cozinhados como massa, arroz ou outros 
para cozinhar vegetais como brócolos, cenouras, feijão verde, etc e assim também poupo. Quando por algum motivo não é possível, faço uso de um tacho baixo com um pouco de água para ferver rapidamente e depois é só colocar o suporte em cima e cozinhar.

A cozinhar a vapor

Surpreendentemente a cozedura faz-se muito rápido.

Ainda não experimentei cozinhar peixe, mas será uma próxima experiência a fazer.

Por menos de 7 euros arranjei uma solução muito eficaz para cozinhar a vapor.

Costumo ter quase sempre legumes cozidos no frigorífico que depois vou aquecendo para acompanhar as refeições. É prático e económico.

E por aí, costumam utilizar o vapor para confecionar alimentos?